domingo, 8 de novembro de 2009

Minha Enteada gritava e gemia,Enviado por - André Nunes do Rio de Janeiro-capital

Eu trabalhava como gerente de um restaurante em Madureira e por volta das 16:00 hs, apó largar do serviço, passei em frente a casa de minha ex-namorada, em Vaz Lobo, para dar um beijinho (na época ela ainda era atual). Ao chegar na porta que dá acesso ao quintal, percebi que o pastor alemão dela não estava solto e entrei, porque tinha cópia das chaves. Achei estranho o fato do cão não latir, pois sempre que ficava preso nos fundos da casa, dava o alerta assim que ouvia alguém mexer na porta principal, latindo. Ao me aproximar da porta que dava acesso à sala de estar, ouvi gemidos, que pareciam ser de dor e prazer. Fiquei automaticamente possesso, porque achei que se tratava de minha namorada me traindo. Parei diante da porta e encostei o ouvido nela. Fiquei alguns segundos ali, tentando discernir exatamente o que ocorria. Só então percebi que era a voz da minha enteada, de doze anos. Entrei em pânico. Passou pela minha cabeça que a menina podia estar sendo estuprada ou até que tivesse dado concentimento a algum menino de entrar la para que transassem. Saquei o telefone do bolso e tratei de ligar pra mãe dela imediatamente. Não disse a ela o que ocorria, mas mandei-a vir pra casa o mais rápido possível. Ela entrou em pãnico. Perguntou se a Jéssica havia sofrido algum acidente. Me neguei a passar detalhes. Ela me falou que demoraria, porque tinha acabado de sair de casa pra ir ao centro da cidade e estava dentro do ônibus expresso naquele momento. Mandei-a se acalmar e disse a ela para vir o quanto antes. Tornei a encostar o ouvido na porta e percebi que a menina gritava baixo, como se tentasse abafar a dor. Não pensei duas vezes... Enfiei a chave na porta, mas ela ouviu o ruído e gritou, lá de dentro.
Quem está ai­?
Sou eu, Jéssica, o seu tio...
Não, tio... Não entre agora, por favor... Eu te imploro.
Quem está ai­ com você? Diga logo.
Ninguém, tio...
Claro que há alguém, aí­. Eu estou ouvindo seus gemidos. é algum namoradinho seu? Pode falar. Eu não vou contar pra sua mãe.
Nã é nada disso, tio... Pode ir embora.
Não vou até esclarecer o que está acontecendo. Sua mãe já está vindo pra cá. Fale logo ou eu vou entrar.
Por favor, tio... Eu te imploro... Não entre nem deixe minha mãe entrar. Eu vou sair daqui a pouco.
Então diga o que está acontecendo. Quer que eu ligue pra policia? Alguém está te fazendo mal?
Não... Nã é nada disso. Só não entre, por favor... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii !!!
Neste momento ela deu um grito tão grande que me desesperei e entrei, e qual não foi minha surpresa ao deparar com aquela cena. Não era nada do que eu havia imaginado, mas era, pelo menos pra mim, trágico.
Minha enteada se encontrava totalmente nua, de quatro, em cima do tapete da sala, com o pastor alemão Aquiles engatado nela. O cão tentava, a todo custo, tirar o pênis da vagina dela, com movimentos bruscos que arrancavam gemidos de dor da menina. Ela me olhou com uma expressão de horror puro. Começou a chorar e a implorar que eu não contasse nada pra mãe. Prometi a ela, mas falei que ela já não devia estar muito longe dali e que chegaria a qualquer momento. Ela implorou que ajudasse a tirar o nó do cachorro de dentro dela, e eu perguntei como.
Tio, uma amiga minha falou que se jogar água fria no negócio dele solta mais rápido.
Corri até a geladeira e peguei uma garrafa de água. Molhei toda a parte i­ntima dela e do cachorro, mas ele não soltou. Passei então a empurrrar as ancas dela e dele em sentido contrário, forçando muito, até que ele soltou, mijando todo o tapete. Ela caiu em prantos, escondendo o rosto e segurando a genitália, que estava dolorida. Peguei-a no colo e levei-a pro banheiro, onde dei um banho corrido, pois estava toda suada e lambusada, evitando somente esfregar os seios e a xoxota dela. Ela continuava sem me encarar. Me pediu que ligase pro celular da mãe e dissesse que tudo foi uma brincadeira.
Você não vai perder nada comigo, prometo.
Não diga mais isso, Jéssica... Quero te ajudar sem interesse escuso nenhum.
Quando ia tirando o celular do bolso, ouvi um veÃículo estacionando em frente a calçada.
Se enxugue rápido. Acho que é sua mãe chegando de taxi. Vou dizer pra ela que preparamos tudo isso como surpresa pra podermos ir a uma pizzaria juntos. Você trate de disfarçar e confirmar.
A sorte foi que ela levou tanto tempo procurando o dinheiro dentro da bolsa pra pagar o táxi que me deu tempo de enxugar os braços molhados e sair do banheiro. Ela adentrou a sala, com os olhos arregalados e procurando a filha.
Onde está ela? Cadê a Jéssica?
Calma... A Jéssica está tomando banho e vai se arrumar pra nós irmos todos comer uma pizza.
Não... Eu não acredito que vocês fizeram isso comigo. Foi uma pegadinha?
Você sabe como eu sou tarado por pizza.
A pizza acabou não rolando. Ela ficou tâo chateada com o stress desnecessário que emburrou a cara, entrou no quarto e trancou. Prometi a Jésssica, assim que ela saiu do banheiro, falando ao pé do ouvido dela, que nunca contaria a sua mãe o que aconteceu de fato naquele dia. Ela me confessou que o cão era seu amante desde os 11 anos de idade. Perdera a virgindade com ele e não queria seber de meninos, por que segundo ela, cachorros não contavam vantagens para os amigos e nem muito menos engravidavam meninas.

1 comentários:

Donizeti A.Ferreira 5 de maio de 2017 04:19  

Adorei gostaria de ter uma entiadinha safada assim com certeza iríamos nos divertir muito adoro ver uma mulher brincando com um cão fico louco de tesão se tiver alguma mulher que gosta tenho um pastor alemão ainda virgem de 8 anos posso levar ele se morar em são Paulo capital próximo metrô Tucuruvi se tiver alguma mulher casada principalmente evangelica a fim entre em contato passa wtsap que mando foto do meu cão para estimular suas fantasias donemagrao@gmail.com

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