domingo, 1 de novembro de 2009

As Tetas de Dona Sônia

A dona Sônia morava no meu bairro. Não sei direito onde. Descia bem antes do meu ponto. Toda semana eu a via no ônibus com o filho. Duas ou três vezes por semana. Um tempo depois ela já estava com o segundo filho e cumpria a mesma rotina. Eu também. Para ela era pior, que encarava o empurra-empurra do ônibus com duas crianças pequenas. Eu reparava essa mulher devido a proeminência irregular de suas mamas amolecidas. Belas tetas. Boas pro meu gosto. Não eram durinhas nem passavam perto das que essas molecas mais novas enchem de silicone. Mas eu não gosto de teta falsa. Mamar seio de silicone é igual chupar uma bexiga de aniversário cheia de água. Que graça tem? Se morder um pouco até fazer a mulher gemer ou se der uns tapas até a teta ficar vermelha pode estourar o silicone. Qual a graça? Mas a dona Sônia tinha as mamas macias de verdade e boas pra caralho. Às vezes eu via os mamilos largos de bicos duros marcando a blusa. Não tirava o olho. Eu bezourava dos lados pra ver se não tinha ninguém me flagrando e massageava meu bicho pra acalmar a tora e o saco. Eram tetas caídas, moles, cheias, a bolota roliça da mama esticava até as costelas, quase na barriga, na base eram tipo... tipo... sei lá, caídos mesmo e naturais como manga Bourbon tirada na hora e comida no pé. Meu desejo era mamar naquela manga. Porra. Ah se era. A dona Sônia não era feia. Era mal cuidada. Mas tinha pernas magras bem formosas, uma barriga cheinha que desenhava a silhueta dela de lado gostosa como uma cobra bundudinha. E aquelas tetas moles. Meu Deus, quantas vezes sonhei acordado mamando nelas. Não era sempre, mas quase sempre eu a via no ônibus, então dava uma de voyeur nas tetas moles. Eu ficava pensando cada besteira que agora, 6 anos depois, só de lembrar acho graça. Deixa pra lá. Mas quase sempre eu batia uma lá no banheiro do trabalho, imaginando o cheiro doce dos mamilos da dona Sônia, salivava imaginando seu leite aguado.

Mas nunca me esqueci dessa mulher. Nem minha esposa depois de dois filhos ficou com tanto leite nas tetas do jeito que essa mulher tinha. Eu descobri isso mais tarde. Vou contar, é claro. Acho que lembrei agora da dona Sônia porque minha esposa teve o segundo filho há um mês e não deixa eu tocar nos peitos dela, se eu peço pra lamber um pouco no mamilo ela diz que eu estou estranho. Diz que dói, é anormal, sei lá, o escambau. Com a dona Sônia foi diferente.

O leite da dona Sônia, ela tirava pros filhos, doava e sobrava pra mim. Durou um mês nossos encontros. Foi depois que ela teve o terceiro filho (tudo macho, três). Quando tinha dois meses depois do terceiro filho dela, o ônibus virou a esquina e ela tava lá, aconteceu da gente sentar junto no banco, lado a lado. Ela com o molequinho no colo. Ela devia ter uns 39. Eu, na época, 22. Porra, quando ela tirou a mama pro molequinho, o leite já tinha manchado a blusa, era uma verdadeira fonte e pingava, ela ajeitava bem o mamilo, mas saía da boca dele e o leite descia na carne roliça do seio na direção da barriga dela e do umbigo que tava de fora. Porra, eu não tirava o olho. Esse dia era feriado santo e eu tava indo no shopping, era sexta. Ninguém reparava. Achava natural ou imoral olhar. Eu não. Achava demais aquela teta tão perto de mim. Logo no ônibus que era o lugar do meu fetiche há uns dois anos. O leite da dona Sônia me fez lamber involuntariamente os beiços e ela notou. Ah, ela havia notado faz é tempo do jeito que eu a secava. Foi ela quem puxou assunto. Nem lembro sobre o que a gente falou. Só lembro que ela disse no meio da conversa que não estava acostumada a ser olhada daquele jeito. “Que jeito”, eu perguntei. “Desse que você me olha”, ela disse, “eu já sou mãe de três e meio acabada, mas você faz eu me sentir desejada”. Eu tava bem quieto, virei pra janela, virei pra ela de novo. Ela já tinha guardado o seio faz tempo. Daí tirou o outro e deu pro molequinho. Aí ela pôs um pano pra não aparecer pros outros, mas olhando pra mim puxou um pouco, de modo que só eu via bem a mama de bico bege. Ela tirava um pouco o menino e deixava o leite vazar. Eu de olho nela. Ela de olho em mim. Então dona Sônia guardou o seio e o molequinho dormiu. O ponto do shopping tinha passado faz tempo. Ela falou bem no meu ouvido: “Eu tenho muito leite, sabia?”

E ela tinha muito mesmo. Porra! Tanto que, lá no quarto do motel, depois que a gente combinou de se encontrar numa rua a seis quadras da casa da irmã dela (pois ela decidiu deixar o molequinho adormecido com essa irmã), bom, a gente pegou um táxi e, lá no motel, teve uma hora quando ela parou de mamar no meu cacete (eu não queria que ela parasse, por isso forcei umas estocadas bem no fundo da garganta antes de tirar o pau e, ao tirar, a saliva escorreu de um jeito bem escroto pelo queixo da dona Sônia), ela ficou de joelhos na cama e depois sentou, e ajoelhava e sentava em cima dos pés excitada, lambia os lábios inquieta, tava na cara que ela tava com um tesão que não sentia há uns mil anos, louca pra fazer o que nunca fez, limpou nas mãos a baba do boquete, cuspiu nas duas mãos e passou-as nos seios. Ela mandou eu pegar uma long neck no frigobar. Ela deu dois goles. Eu também. A gente se beijava com cerveja na boca. Cuspia nas mãos e passava nos seios. Não sei por que, mas aquilo me dava um tesão incrível. Veio deitando por cima de mim, engatinhando de joelhos na cama, se ordenhava massageando as duas tetas macias e dizia: “Já bebeu leite de mulher? Hein? Ou só de vaca? Eu sou uma vaca também. Fala que quer, aproveita que hoje eu tô safa e vem, iiiiisso, abre a boca neném”, ela se beliscava com dedos fortes de unhas sem esmalte amassando o bico inchado dos mamilos e o esguicho saía fino e branco. Um seio era tatuado de borboletas. O cabelo dela preso num coque, mas arrepiado de qualquer jeito. Ela não ligava. Nem eu. Levei a língua na pontinha do mamilo e o leite que a dona Sônia ordenhava na teta desceu a ladeira rosada da língua, ela ordenhava devagar, eu bebia com a cabeça explodindo de prazer. Aí ela bateu o peito na minha cara e disse que eu era demais. Gostoso e criativo. Ela nem ligou quando eu mordi até deixar várias marcas de dente em cada peito, ela gemia mordendo os dentes e girava os olhinhos quase fechados e fodia minha coxa. Eu disse que ela era boa demais e mais vadia do que eu imaginava me punhetando no banheiro do trabalho. Ela encaixou a boceta no meu pau. Eu dei um tapa nas tetas, ela gostou, estapeei-as até ficarem vermelhas enquanto ela cavalgava meu pau lentamente. Então ela se ordenhava e me fodia com a boceta e esguichava tanto leite das tetas que me lambuzava a cara, o peito e o lençol do motel. Enquanto me afogava naquele sonho, bebia o que dava com a língua de fora, ela rebolava no meu pau, descascando o bicho com fúria por cima e eu deitado por baixo comia a romã dela gostoso. Meu pinto entrava pinicando nos pêlos ralos da boceta, há dias sem se depilar, assava um pouco meu músculo suado. Mas eu tava todo suado mesmo era do leite dela. O leite da dona Sônia era igual o mel da melhor colméia, embora nem fosse doce. E eu nunca me esqueci o quanto foi bom, inesperado e até perverso a gente suar se lambuzando daquele líquido aguado na trepa. Vê-la se ordenhando em cima de mim então, só de lembrar endurece meu pau. Esse caso aconteceu antes eu casar. Bem antes. Graças a Deus.

1 comentários:

Anônimo,  13 de julho de 2014 23:07  

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